CRISE DE CAIXA: SINAIS DE ALERTA QUE O EMPRESÁRIO NÃO PODE IGNORAR

Recuperação Judicial e Reestruturação Empresarial – Lock Advogados

Crise de caixa raramente nasce de um único evento. Ela costuma aparecer quando a empresa perde previsibilidade: o dinheiro entra mais tarde, o custo sobe, a dívida encarece, e a gestão passa a decidir pela urgência. A empresa continua “rodando”, mas o caixa vira um campo minado e qualquer atraso vira ameaça à operação. Os sinais mais comuns são claros: limite e antecipações virando rotina, renegociações sucessivas apenas para ganhar tempo, fornecedores encurtando prazo, aumento do custo do crédito e cobranças que consomem o tempo da gestão. O risco, aqui, não é só atrasar. É entrar num ciclo em que cada mês exige uma solução emergencial, aumentando juros, desgaste e perda de credibilidade. O caminho técnico começa com organização: fluxo de caixa real e projetado, mapa do passivo por credor e contrato, identificação das dívidas mais caras e perigosas, e definição de prioridades. Sem isso, a empresa negocia no escuro — e tende a aceitar condições que parecem boas hoje e viram impagáveis amanhã. Crise de caixa não se resolve com “mais uma renegociação” sem diagnóstico. A Lock Advogados é especializada em reestruturação empresarial. Se você já percebe esses sinais, nos chame para estruturar diagnóstico e estratégia antes que as opções diminuam. 🏢 Lock Advogados ⚖️ Especialistas em Recuperação Judicial e Reestruturação Empresarial 📍 R. Clarindo Epifânio da Silva, 535 – Ribeirão do Lipa, Cuiabá – MT, 78048-004 📞 (65) 3624-1827 🌐 www.lockadvogados.com.br #CriseDeCaixa #GestãoFinanceira #LockAdvogados #ReestruturaçãoEmpresarial #SinaisDeAlerta #FinançasCorporativas

RENEGOCIAÇÃO EXTRAJUDICIAL COM BANCOS: COMO ELEVAR O NÍVEL DA NEGOCIAÇÃO

Recuperação Judicial e Reestruturação Empresarial – Lock Advogados

Renegociar com banco não é simplesmente pedir alongamento. O banco decide com base em risco: capacidade de pagamento, garantias, histórico e previsibilidade. Quando a empresa chega desorganizada, a conversa tende a seguir um roteiro padrão: custo alto, exigência de garantias adicionais e parcelas que “cabem no papel”, mas esmagam o caixa na prática. Uma renegociação bem conduzida começa antes da reunião. É necessário dominar: saldo e custo efetivo de cada dívida, garantias existentes, cronograma de vencimentos e impacto da proposta no caixa mês a mês. Quando a empresa apresenta um diagnóstico consistente e uma proposta viável, ela deixa de “pedir” e passa a negociar com base em realidade, o que muda a percepção de risco e melhora condições. O objetivo não é reduzir parcela a qualquer custo. É construir um arranjo sustentável que preserve operação, fornecedores e reputação — porque reestruturação que não preserva a operação não se sustenta. Antes de aceitar propostas padronizadas, estrutura e diagnóstico fazem toda diferença. A Lock Advogados é especializada em reestruturação empresarial. Se você quer negociar com técnica e reduzir riscos contratuais, nos chame. 🏢 Lock Advogados ⚖️ Especialistas em Recuperação Judicial e Reestruturação Empresarial 📍 R. Clarindo Epifânio da Silva, 535 – Ribeirão do Lipa, Cuiabá – MT, 78048-004 📞 (65) 3624-1827 🌐 www.lockadvogados.com.br #RenegociaçãoBancária #ReestruturaçãoEmpresarial #LockAdvogados #GestãoFinanceira #DireitoBancário #Negociação

Recuperação Judicial: Benefícios nas Negociações para Empresas em Dificuldades Financeiras

A recuperação judicial é um procedimento legal que oferece uma série de benefícios tanto para empresas que enfrentam dificuldades financeiras quanto para seus credores. Este artigo explora os principais benefícios da recuperação judicial nas negociações e destaca como esse processo pode ser uma ferramenta vital na reestruturação financeira de empresas em apuros. A primeira e talvez uma das vantagens mais notáveis da recuperação judicial é a suspensão de ações judiciais e execuções de dívidas. Quando uma empresa se encontra nesse estágio, as pressões de credores e litígios judiciais são temporariamente interrompidos. Isso permite que a empresa respire, avalie sua situação e busque soluções sem o peso imediato das ações judiciais. Esse respiro é essencial para se preparar para a negociação de dívidas. Durante o processo de recuperação judicial, além da suspensão das ações judiciais, os ativos da empresa também são protegidos. Isso impede que os credores tomem medidas para apreender ou liquidar esses ativos. Essa proteção é essencial para preservar o valor dos ativos da empresa, possibilitando sua utilização na execução do plano de recuperação. É uma parte fundamental do processo que visa preservar o máximo de valor possível. A negociação de dívidas é outra característica importante da recuperação judicial. A empresa em dificuldades tem a oportunidade de negociar acordos de pagamento com seus credores. Essas negociações podem envolver a renegociação de prazos, a redução de taxas de juros ou até mesmo a concessão de descontos no valor da dívida. Essa flexibilidade é fundamental para a reestruturação das finanças da empresa e para a elaboração de um plano de recuperação sólido. No âmbito da recuperação judicial, a empresa deve desenvolver um plano de recuperação detalhado. Esse plano descreve como a empresa pretende pagar suas dívidas e restaurar sua saúde financeira. Uma vez elaborado e aprovado, o plano de recuperação torna-se vinculativo para todas as partes envolvidas, fornecendo uma estrutura sólida para a recuperação. Esse plano é fundamental para direcionar o processo de reestruturação. A recuperação judicial também concede à empresa o tempo necessário para reorganizar suas operações e implementar estratégias destinadas a melhorar sua situação financeira a longo prazo. Esse período de carência é fundamental para que a empresa possa abordar os desafios de maneira eficaz e evitar a falência imediata. Além de evitar a falência imediata, a continuidade das operações durante a recuperação judicial também é benéfica para os funcionários, pois ajuda a manter os empregos existentes, aliviando o impacto social da crise financeira da empresa. A preservação de empregos é uma parte importante do impacto positivo desse processo. Além disso, a continuidade das operações também beneficia os fornecedores e parceiros comerciais da empresa, evitando interrupções na cadeia de suprimentos. Isso é crucial para manter relacionamentos comerciais saudáveis e manter a confiança dos parceiros de negócios. Em conclusão, o processo oferece uma série de benefícios interligados para empresas em dificuldades financeiras, permitindo n suspensão das ações judiciais, protejam seus ativos, negociem dívidas, desenvolvam planos de recuperação, tenham tempo para reestruturação e evitem a falência imediata. Além disso, ajuda a preservar empregos, manter a cadeia de suprimentos intacta e proporciona um tratamento mais favorável aos credores. Embora esse processo tenha desafios, para muitas empresas, ele representa uma alternativa valiosa para a falência, permitindo a recuperação e o retorno à saúde financeira. O escritório Lock Advogados é especializado em Recuperação Judicial.

Itaú reconhece erro e Juíza manda devolver 129 mil à empresa em recuperação judicial

A Juíza da 1ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá/MT, Dra. Anglizey Solivan, determinou que a liberação da quantia de R$ 73.096,40 mediante alvará judicial, à Casa de Carne Vargas, açougue premium que se encontra em recuperação.O valor foi depositado em Juízo pelo Banco Itaú, que alegou a necessidade de contratar um perito, para analisar se nos extratos constavam mais alguma amortização indevida e não restar mais dúvidas, quanto a este ponto e com o resultado, verificou- se por meio do laudo pericial, que deveria ser devolvido o valor de R$ 73.096,40 (Setenta e três mil, noventa e seis reais e quarenta centavos), o qual já fora realizada a devolução, por meio de depósito judicial, no dia 29/03/2023.No mês de setembro de 2022, a mesma Juíza havia determinado ao Itaú a restituição do valor de R$ 53 mil reais à empresa, também em razão de retenções de valores de forma indevida pelo banco.A empresa defendeu que o Itaú ainda deve lhe devolver a quantia de 125 mil reais a título de retenções indevidas na sua conta. A administradora judicial que acompanha o caso, entendeu que o banco deve ser intimado a justificar a origem dos valores e apresentar documentos no processo, o que foi acatado pela Juíza.Na mesma decisão, do dia 09/05, a magistrada também prorrogou o período de “blindagem” da empresa até a assembleia de credores, pois considerou que a recuperanda não demonstrou, até o momento, qualquer conduta procrastinatória.A assembleia de credores da Casa de Carne Vargas está marcada para os dias 14 e 21/06, ocasião em que se definirá o futuro da empresa.

PRESTAÇÃO DE SERVIÇO COMO PESSOA JURÍDICA (“PEJOTIZAÇÃO”)

A exigência por parte dos empregadores para que os trabalhadores se tornem pessoas jurídicas e realizem a prestação de seus serviços, é conhecida como “pejotização”. Esta prática é uma realidade cada vez mais presente e merece uma regulamentação específica do ordenamento jurídico vigente. Esta prática, por muitas vezes, é considerada fraudulenta pela Justiça do Trabalho, pois não raro é utilizada para mascarar um vínculo de emprego, porem, precisa ser analisado caso a caso.Assim, o trabalhador pode prestar serviços como Pessoa Jurídica, desde que não estejam presentes as características de um típico vínculo empregatício. A “pejotização” guarda íntima relação entre Direito do Trabalho, Direito Constitucional e Direitos Fundamentais, tendo guarida em farta posição jurisprudencial. Danielle Souza Amaral.

TRT da 18ª Região mantém JUSTA CAUSA de Trabalhador que apresentou atestado e foi para festa.

O Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) reformou decisão de primeiro grau para validar a demissão por justa causa de um vendedor de cosméticos que, segundo duas empresas, alegou estar doente para faltar ao trabalho, mas aproveitou a dispensa para ir a uma festa. No recurso, as empresas alegaram que o funcionário agiu de má-fé ao apresentar um atestado médico comunicando a impossibilidade de comparecimento ao trabalho em um final de semana para repouso absoluto por motivo de doença. Apesar da justificativa, a empresa constatou que o funcionário participou de um evento artístico com a presença de várias bandas e mais de oito horas de duração. As empresas afirmaram que nunca fiscalizaram a vida do trabalhador, mas ficaram sabendo da situação “porque foram publicadas suas fotos em redes sociais para o público em geral ver e curtir”. Com esses argumentos, pediram a manutenção da modalidade “por justa causa” e suas repercussões. Assim, o colegiado reformou a sentença da 1ª Vara do Trabalho de Goiânia (GO) e confirmou a legitimidade da dispensa por justa causa. Como consequência, afastou as condenações para o pagamento das verbas rescisórias referentes à modalidade “dispensa sem justa causa”. 0010450-75.2020.5.18.0001 Fonte: CONJUR

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