PDG apresenta novo plano de recuperação judicial

A construtora e incorporadora PDG Realty apresentou ao juiz da 1ª Vara de Falências de São Paulo seu novo plano de recuperação judicial, pedindo providências para a convocação de uma assembleia geral de credores. O plano tem ajustes que resultaram de conversas entre o Grupo PDG e credores nas últimas semanas. Segundo a companhia, o plano prevê novas estratégias e um novo plano de negócios, podendo definir, dentre outras diretrizes, a “redução de sua estrutura e seu contingente de colaboradores para redimensionamento de seus custos gerais e administrativos”. PDG Realty apresenta 38 planos de recuperação judicial O plano também prevê a conclusão dos empreendimentos em andamento; esforços adicionais para a venda da base atual de ativos do Grupo PDG para levantar recursos; e exploração do conjunto de terrenos que apresentam elevado potencial de desenvolvimento de novos empreendimentos imobiliários. De acordo com a PDG, o grupo fará uma reestruturação e equalização de seu passivo dos créditos concursais, que apesar de não se submeterem aos efeitos do plano, poderão ser reestruturados em negociações bilaterais. De acordo com o plano, as empresas do grupo pretendem concluir e entregar os empreendimentos que já tiveram obras iniciadas e consideram a explorar novos projetos. Pela proposta, os credores trabalhistas terão seus créditos pagos integralmente, em 6 parcelas mensais, sendo a primeira devida em 180 dias corridos a partir da homologação judicial do plano e as parcelas seguintes devidas nos meses subsequentes, respeitado o prazo de 12 meses da homologação judicial do plano. Segundo a empresa, os créditos trabalhistas de natureza estritamente salarial, até o limite de 5 salários mínimos por credor trabalhista, vencidos nos 3 meses anteriores à data do pedido, serão pagos no prazo de 30 dias corridos da homologação judicial do plano. Os credores com garantia real poderão eleger a forma de pagamento de seus créditos de acordo com uma das opções: sistema de monetização de ativos imobiliários ou alienação de ativos imobiliários. Pedido de recuperação Em 22 de fevereiro, a PDG pediu recuperação judicial, após o acordo de reestruturação de dívidas assinado em maio de 2016 com bancos credores ter fracassado. A justiça deferiu o pedido em 2 de março, nomeando a PricewaterhouseCoopers como administradora do processo. Foi estipulado ainda um prazo de 60 dias para a apresentação do plano de recuperação judicial. No final de março, a PDG tinha dívida líquida e custos a incorrer da ordem de R$ 5,8 bilhões, conforme material de divulgação do balanço. Em junho, a PDG e sua securitizadora apresentaram 38 planos de recuperação judicial, um principal para a controladora e maior parte das 512 sociedades de propósito específico (SPEs) e outros 37 planos individuais para os empreendimentos segregados pelo patrimônio de afetação (regime pelo qual os bens e direitos vinculados a um empreendimento, como terrenos e vendas, ficam separados do patrimônio total da empresa). Fonte: https://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/pdg-entrega-novo-plano-de-recuperacao-judicial-a-justica.ghtml

Conselho de administração da Oi se reúne para votar plano de recuperação judicial

O conselho de administração da Oi está reunido na tarde desta quarta-feira (27) para avaliar o plano de recuperação judicial da empresa. O plano será apresentado ainda nesta quarta-feira à Justiça do Rio, mas precisa do aval do conselho da companhia. A reunião começou às 12h e segue ao longo da tarde. De acordo com a Oi, o prazo para entregar o plano à Justiça acaba às 23h59. A proposta deverá ser votada em assembleia de credores, que será realizada no dia 9 de outubro. Se não houver quórum, outra reunião está marcada para o dia 23. Essa será a segunda vez que a Oi apresenta um plano de recuperação judicial à Justiça do Rio. Em setembro do ano passado, a empresa entregou um plano à Justiça, mas ele desagradou os credores. A visão deles era que a empresa exigia um desconto muito alto na dívida e evitava a diluição dos acionistas da empresa. Desde então, credores e acionistas estão em um impasse. Diversas propostas alternativas foram avaliadas nesse período, sem sucesso. Recentemente, o presidhttp://lockadvogados.com.br/wp-admin/post-new.phpente da Oi vinha defendendo como solução um aumento de capital de R$ 8 bilhões para a empresa, com aporte financeiro dos acionistas. Ele afirmou, no entanto, que a proposta ainda estava em negociação e que a versão final só estaria pronta “na noite do último dia”. Intervenção As ameaças de que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) poderá intervir na Oi aceleraram as negociações entre acionistas e credores, disse Schroeder em evento na semana passada. Sem perspectivas de acordo entre credores e acionistas, a Anatel poderá retomar a concessão da empresa. O ministro de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou nesta quarta-feira (27) que à medida que o tempo passa aumenta a expectativa de intervenção na empresa. “À medida que o tempo passa, aumenta a expectativa de intervenção. A dívida continua e os compromissos de investimento precisam ser cumpridos”, disse Kassab. O ministro não quis dar uma data limite para que o governo decida por uma intervenção. Nesta quinta-feira (28), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) analisa o pedido de um de seus conselheiros, Igor de Freitas, para abrir o processo que pode cassar a concessão da Oi. “Abrindo ou fechando [o processo de caducidade], não muda nada. A Anatel está na mesma posição que a gente: nós estamos nos preparando para caso seja necessária [a intervenção]”, disse o ministro. Recuperação judicial A Oi pediu recuperação judicial em junho de 2016. Trata-se de uma tentativa de evitar a falência da empresa, que tem uma dívida de R$ 64 bilhões. Mais de um ano após o pedido, os credores e os acionistas ainda não chegaram a um acordo para aprovar o plano de recuperação judicial da empresa. Se não houver acordo, a Justiça pode decretar a falência da empresa. Outra possibilidade é a intervenção da Anatel. Como o sistema de telecomunicações é uma concessão, a agência pode cassar a autorização da empresa para atuar no setor. Fonte: https://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/conselho-de-administracao-da-oi-se-reune-para-votar-plano-de-recuperacao-judicial.ghtml

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